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ENVELHECIMENTO: POLÍTICAS PÚBLICAS, CUIDADOS PALIATIVOS, FLORESCIMENTO, SAÚDE, DOENÇA E ILPIS
2019/2 até 2025/2
ESCOLA DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA VIDA
ASPECTOS BIOPSICOSSOCIAIS EM AMBIENTE E SAÚDE
SOCIEDADE, AMBIENTE E SAÚDE
MARLI BUENO DE CASTRO
Geral
Analisar o processo de envelhecimento nos aspectos das políticas públicas, cuidados paliativos, saúde, florescimento e doença em idosos e validar um Instrumento de medidas da qualidade das ILPIs do Estado de Goiás.
Específicos
Realizar revisão sistemática da literatura sobre os temas envelhecimento, políticas públicas, cuidados paliativos, saúde, florescimento, doença e Instituições de atendimento a pessoa idosa.
Analisar o processo de envelhecimento do idoso no Estado de Goiás.
Levantar quais as políticas públicas que são existentes para pessoa idosa no Estado de Goiás.
Analisar se as políticas públicas voltadas para o idoso são aplicadas efetivamente.
Analisar a efetividade e eficiência dos cuidados paliativos aplicados à pessoa idosa no Estado de Goiás.
Analisar como está a saúde da pessoa idosa no Estado de Goiás.
Mapear a idade dos idosos do Estado de Goiás.
Levantar quais os tipos de doenças que mais se destacam em pessoas idosas e em que idade.
Validar um instrumento de medidas para avaliar o florescimento da pessoa idosa.
Validar um protocolo avaliativo de saúde e doença para pessoa idosa.
Criar e validar um instrumento de medidas que avalie e classifique a qualidade das ILPIs.
Avaliar a qualidade das ILPIs de Goiânia.
Entendendo os temas voltados para a compreensão do envelhecimento, como: 'Políticas Públicas, Cuidados Paliativos, Florescimento, Saúde, Doença e Instituições de Longa Permanência', assim se faz necessário desenvolver estudos que possibilitem desvendar as questões emergentes deste fenômeno.
O florescimento humano exterioriza-se por um agregado de sinais indicadores da presença de bem-estar, de felicidade e de desempenho ótimo (BAPTISTA, 2013). Assim, estudar o florescimento humano apresenta-se como essencial pelos seguintes três motivos, o primeiro refere-se ao fato do bem-estar não ser motivado exclusivamente pela ausência de doença mental, mas também pela presença de um nível máximo de bem-estar. O segundo está relacionado ao fato da presença de saúde mental estar associada com vários pontos positivos para os sujeitos e para a sociedade no seu global. O terceiro reporta-se ao fato da saúde mental ótima apresentar valores muito baixos (KEYES, 2005; KEYES, 2007).
A saúde, na vida contemporânea, deixa de ser considerada como um estado estático, biologicamente definido, para ser compreendida como um estado dinâmico socialmente produzido (BUSS, 2000). Assim, a saúde das pessoas idosas traduz-se pela sua condição de autonomia e independência (SANTOS et al., 2008), neste sentido é essencial ter uma abordagem positiva da saúde, focada na capacidade de viver uma vida socialmente ativa, de forma independente, promovendo deste modo um enfoque mais social aos cuidados de saúde, e não considerar apenas a presença ou ausência de doença como uma concepção negativa de saúde (SQUIRE, 2002). Dessa forma, o foco de qualquer política contemporânea deve ser a promoção do envelhecimento saudável, com manutenção e melhoria, na medida do possível, da capacidade funcional dos idosos, e a prevenção e/ou estabilização de doenças e recuperação da saúde dos que adoecem, e reabilitação daqueles que venham a ter sua capacidade funcional restringida (VERAS, 2011)
Quando as doenças progridem e os sintomas avançam a pessoa idosa, enfrenta a morte, necessitando de cuidados paliativos. Nessa filosofia do cuidar, a assistência ao paciente visa o alívio da dor, a diminuição do desconforto e, sobretudo a minimização de outros sintomas, decorrentes dos tratamentos em fase avançada das doenças, possibilitando-o situar-se diante do momento final da vida (ANDRADE et al., 2010).
Segundo Gutierrez (2012) infelizmente, no Brasil, ainda existe uma carência significativa de conhecimentos teóricos quando o assunto envolve cuidados paliativos. Isso ocorre devido à insuficiência de incentivos relacionados à educação paliativa, que é fator influenciador da atitude profissional, em conjunto com as experiências decorrentes da formação. Pensando na população idosa, torna-se indispensável a atuação dos profissionais especializados em gerontologia junto com toda a equipe multidisciplinar em cuidados paliativos, pois em muitos quadros como câncer, hipertensão arterial, cardiopatias, diabetes, doença pulmonar crônica, Acidente Vascular Encefálico (AVE), entre outras doenças, é indispensável um tratamento medicamentoso para amenizar os sintomas, contudo proporcionar qualidade de vida à pessoa torna-se tarefa imprescindível.
Atualmente, existe um contingente significativo de implantação de Instituições de Longa Permanência da Pessoa Idosa (ILPIs), buscando atender os requisitos mínimos para manutenção da QV para esse idoso, visto que muitos deles não possuem familiares ou pessoas que possam cuidar de forma efetiva e eficaz de seus idosos. No entanto, surge a pergunta, será que as ILPIs apresentam a qualidade necessária para proporcionar a QV para a pessoa idosa institucionalizada atendendo o que está descrito na Lei n. 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) e na Lei n. 8.0878 de 1990 (código do consumidor). Desta forma justifica-se a necessidade de criar e validar um instrumento que possibilite avaliar e classificar a qualidade das ILPIs.
Nome | Função no projeto | Função no Grupo | Tipo de Vínculo | Titulação Nível de Curso |
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IVONE FÉLIX DE SOUSA
Email: ivonefelixsousa@gmail.com |
Pesquisador | Pesquisador | [professor] | [doutor] |
MARLI BUENO DE CASTRO
Email: marlibueno@gmail.com |
Coordenador | Pesquisador | [professor] | [mestre] |
RENATO ALVES SANDOVAL
Email: rasterapia07@gmail.com |
Pesquisador | Pesquisador | [professor] | [doutor] |
ROGERIO JOSE DE ALMEIDA
Email: rogerioufg@hotmail.com |
Pesquisador | Líder | [professor] | [doutor] |